Indicado a seis Oscars, MEU PAI estreia nos cinemas e nas plataformas digitais

Estreias

Filme indicado ao Oscar nas categorias: Melhor Filme, Melhor Ator para Anthony Hopkins, Melhor Atriz Coadjuvante para Olivia Colman, Melhor Roteiro para Christopher Hampton a partir de sua peça do diretor, Melhor Edição e Melhor Design de Produção

MEU PAI estreia nos cinemas nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e Florianópolis e nas plataformas digitais – Now, Itunes (Apple TV) e Google Play – disponível para compra. A partir do dia 28 de abril, o filme ficará disponível também para aluguel, nessas plataformas já citadas e também na Sky Play e na Vivo Play.

Nas plataformas digitais – Now, Itunes (Apple TV) e Google Play – já está disponível para compra. A partir do dia 28 de abril, o filme ficará disponível também para aluguel, nessas plataformas já citadas e também na Sky Play e na Vivo Play.

Nas plataformas digitais – Now, Itunes (Apple TV) e Google Play – já está disponível para compra. A partir do dia 28 de abril, o filme ficará disponível também para aluguel, nessas plataformas já citadas e também na Sky Play e na Vivo Play.

Para Zeller, Hopkins sempre foi a primeira opção de ator para o papel-central na adaptação de sua peça para o cinema. No teatro, o papel já foi interpretado por Robert Hirsch, Frank Langella, e Fulvio Stefanini, no Brasil. “Eu tinha a profunda certeza de que Hopkins seria poderoso e devastador no papel.”. O ator, que foi apresentado a Zeller por Hampton, com quem trabalhou algumas vezes, confessa que ficou lisonjeado pelo convite. “Foi maravilhoso saber que escreveram o roteiro me imaginando como o personagem. Nesse caso, foi uma honra. E trabalhar nesse filme, me fez pensar em minha própria mortalidade. Foi muito divertido, no set, memorizar as conversas e diálogos. De certa forma, quando as câmeras estavam rodando, nem precisava atuar.”.

Colman, por sua vez, confessa que trabalhar com Hopkins foi um prazer. “Ele é muito divertido. Ficávamos o tempo todo conversando, e quando diziam ‘Ação!’, ele já estava no personagem. E eu concordo com ele quando diz que temos muita sorte de trabalhar nesse filme.” A atriz conta que ficou tocada quando leu o roteiro. “Eu amo essa história. É uma das coisas mais bonitas já escritas sobre o assunto. O roteiro realmente mostra o que deve ser viver com uma pessoa portadora de Alzheimer, quando há momentos de clareza misturados com outros obscuros. Anne quer cuidar do pai, mas também precisa tocar a sua vida. Ela precisa tomar decisões muito sérias.”.

Para os produtores David Parfitt, Philippe Carcassonne e Jean-Louis Livi, o sucesso da adaptação da peça está na clareza da visão de Zeller. “Florian tem a habilidade extraordinária de se adaptar a qualquer circunstância em que se encontra. Ele demonstra uma resiliência que sabemos ser essencial para o desenvolvimento do filme e para atrair o elenco britânico. O trabalho no set foi muito confortável. Não nos preocupava a falta de experiência dele como diretor de cinema. Acredito que o importante é a vivência dos personagens que você vê”, explica Carcassonne.




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